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terça-feira, 10 de maio de 2011

Plano de aula



Roteiro de Produção de Orçamento Mensal
1 Série a que se destina:

6º Ano – Ciclo II – Ensino Fundamental
2 Objetivos

Desenvolver as competências lógicas, leitoras e escritoras de textos gráficos e do cotidiano, dentro do gênero Orçamento Mensal;
Relacionar gráfico e tabela;
Perceber as características do gênero orçamento mensal;
Relacionar título ao gráfico;
Interpretar gráficos simples contextualizados e previamente determinados pelo professor na tela do computador;
Produzir gráficos, utilizando editores gráficos (Excel) com informações de dados previamente trabalhados pelo professor e apresentar para o grupo;



3 Conceitos explorados:

Tipos de tabela
Cálculo (soma e subtração)
Linguagem do gênero Orçamento Mensal: Título, valores (inclusive tipo de moeda e casas decimais)
Uso de cores, tipos de categoria e bordas adequados.
Números positivos e negativos

4 Reprodução do texto utilizado:
Nome do aluno - valores fictícios



5 Descrição da proposta:

Esta proposta visa trabalhar os conceitos de tabelas e gráfico abordados nas aulas de matemática, utilizando os recursos disponíveis no programa Excel.

6 Explicação das estratégias a serem utilizadas para o desenvolvimento da proposta:

a. Estudo dos conceitos nas aulas de matemática;
b. Produção de tabela e gráfico com recursos simples – papel quadriculado, lápis colorido etc.;
c. Explicação dos recursos do Excel;
d. Reprodução e formatação da tabela no Excel;
e. Produção do gráfico no Excel;

7 Textos de apoio:

Espero que aproveitem!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A fome não dorme


A FOME NÃO DORME

A fome não dorme

nem deixa dormir o menino

cuja mãe também não dorme

com suas barrigas famintas


Ele arrisca dizer "tenho fome"

e com carinho a chama "mamãe"

ela responde serena

"dorme, querido, dorme"


Mas a fome é insistente

devora-os por dentro

o menino repete o pedido

e a mãe o seu apelo


Mas ao novo pedido do filho

gritam a dor e o desespero

"dorme, menino chato"

e ele silencia, em seu medo.


No cansaço da inanição

na fraqueza das fraquezas

dormem o sono dos injustiçados:

barriga vazia, coração em dor


Seus sofrimentos não ecoam

na próxima noite será tudo igual

porque a fome não dorme nunca

não cochila, não descansa


E enquanto a fome não dorme

é triste ver gente à mingua

à espreita da certeira morte

sonhando com um prato de comida....



À Clarice Lispector, cujo texto "Meninos chatos" me fez pensar e escrever


PS: Pesquisei fotos, milhares delas, não quis as que me causam dor profunda ver, quis esta, que imagino seja o sono dos meninos que amo, mesmo sem poder fazer muito por eles...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Tente entender

(P) Arte

do

co (R) po

se

(L) imita

ao

(VÍ) cio.

E

(IN) verte

o

(NARC) ótico,

que se

(CON) verte

e

(MELH) ora

Frases ao vento

De um tempo em que nem eu me reconhecia...


O tempo nada mais faz

Do que anuviar a dor

Esconder nossas velhas máscaras

E queimar nossas vergonhas.



A verdade, o que é?

Sei lá, mas se eu soubesse, saberia.



Quem faz tudo conforme o figurino

Vive a pseudoverdade que inventaram pra gente

Não refrata. Apenas reflete.

Não tem identidade

Não tem nada

E talvez, nem seja...



Se só somos dignos de amor e admiração quando usamos nossas malditas máscaras sociais, então não somos dignos.

domingo, 10 de abril de 2011

Blablablashion

Minha mãe diz que devo procurar o terapeuta

Só porque decidi dizer certas verdades.

blablablashion!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Três poeminhas benditos

Truco

O jogo estava posto

Baralho “sujo” não gosta não

Mas quando viu o seis virar

Tendo dois setes, paus e coração,

Não segurou o seu espanto

Piscou, disfarçando a sorte da mão

Tragédia

Era um romântico sem igual

E nele não havia lugar pra razão

Mas a menina, antes fenomenal,

Foi-se embora, deixou a ilusão

Ele a amava, coisa e tal

Mas tragédia sem fim seria ficar sem violão.

Indiferença? Não!

Tu pensas enquanto sentes

E sentes enquanto pensas

E por mais que te ausentes de corpo

Tua palavra é sempre presença

E por estar presente em mim

Te presenteio com a minha diferença